Roll-Royce Silver Ghost


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License: Creative Commons - Attribution
Author: Pedro Ribeiro Simões
Description:
Belem, Lisbon, Portugal HISTORY Selada a parceria, em 1904, entre Charles Rolls e Henry Royce, com a produção do modelo 30 CV, a marca Rolls-Royce desenvolveu, em 1906, novos chassis. Um deles, o 40/50 CV, estaria na origem do modelo Silver Ghost. O novo modelo era equipado com um motor de seis cilindros, composto por dois grupos de três cilindros, com válvulas laterais e uma capacidade de 7.428 c.c.. Alimentado por um carburador simples, este desenvolvia 50 CV de potência às 1.500 rotações por minuto. Os sete rolamentos da cambota eram lubrificados a alta pressão, enquanto o rolamento central era sobredimensionado de modo a garantir o mínimo de vibração do motor. Outra das características do modelo era o uso de duas velas por cilindro. A transmissão às rodas traseiras era feita através de um eixo cardan e caixa de três velocidades. A suspensão ficava a cargo de um eixo rígido forjado, à frente com molas de lâminas semielípticas, e atrás com molas semielípticas ligadas à mola elíptica transversal e amortecedores de fricção. A direção era de sistema de parafuso e porca. Para parar as quase duas toneladas de peso do modelo, o condutor contava com a ajuda de um travão de pé, actuando por contracção no veio de transmissão, e ainda de um travão manual de expansão nos tambores das rodas traseiras. Justamente considerado, no seu tempo, o “melhor automóvel do mundo”, o Silver Ghost manteve-se em produção entre 1907 e 1925, com pequenas alterações de mecânica, atingindo o número de 6.173 chassis fabricados em Inglaterra. Em 1921, a Rolls-Royce inaugura uma linha de fabrico nos Estados Unidos, que perdurou até 1926, onde mais 1.703 chassis foram produzidos, sendo estes conhecidos por Springfield – Silver Ghost. O nome Silver Ghost surgiu como alcunha de um carro de demonstração, encomendado em 1907 por Claude Johnson, Director Comercial e de Marketing da Rolls-Royce. Destinado a publicitar a marca inglesa, o original modelo foi carroçado pela Barker ao estilo “Roi-des-Belges” e pintado em tons de alumínio. O “Fantasma Prateado” sugeria não só silêncio de funcionamento como também suavidade de rolamento. Durante a Primeira Guerra Mundial, a Rolls-Royce parou o desenvolvimento do modelo, fornecendo apenas a mecânica para uso militar. No retomar da normal vida civil, o modelo estava de certa maneira ultrapassado, o que justificava o declínio nas vendas. O Rolls-Royce Silver Ghost foi substituído pelo New Phantom, ou Phantom I. O Rolls-Royce Silver Ghost, com o chassis número 1707, patente na colecção do Museu do Caramulo, foi o primeiro a ser importado para Portugal pelo agente da marca em Lisboa, José Rugeroni, que o vendeu a um cidadão inglês, de seu nome Franz Pidwell, morador em Santiago de Cacém. Este registou-o a 17 de Novembro de 1911, com a matrícula S-323. Na época, os modelos de luxo eram vendidos em chassis, sendo a carroçaria posteriormente escolhida e paga pelos clientes, que preferiam o distinto processo de personalização. Desconhece-se onde e por quem foi carroçado este Rolls-Royce, na elegante forma de Open Touring Phaeton, com um original pára-brisas ondulado e recebendo grandes e potentes faróis niquelados, com gerador de acetileno incorporado. Baptizada de Spirit of Ecstasy, a conhecida figura de radiador da Rolls-Royce só passou a equipar todos os modelos à saída da fábrica em meados de 1911, pouco depois deste exemplar ser produzido. O Silver Ghost era um automóvel pouco inovador, mas excepcionalmente bem concebido e testado. Em Agosto de 1962, João de Lacerda descobriu-o em Santiago de Cacém. Comprou-o e, em Lisboa, na garagem de Harry Rugeroni – filho de José Rugeroni – executou um restauro impecável, devolvendo-lhe todo o brilho que outrora detinha. Sendo um dos modelos mais importantes da colecção do Museu do Caramulo, o carismático Rolls-Royce Silver Ghost ainda possui rodas tipo artilharia, não destacáveis e, por isso, os pneus tipo talão têm que ser montados no sítio, o que é particularmente difícil dada a sua rigidez. Para atenuar esta dificuldade, o carro veio equipado com uma roda do género Stepney Wheel – a roda suplente inventada por Walter e Tom Davies, em 1904, para a empresa Stepney Iron Mongers – que permite, em caso de furo, ligar à roda furada uma jante com o pneu sobresselente, podendo assim rodar alguns quilómetros até à próxima garagem. A 28 de Novembro de 1962, o modelo foi classificado pelo Veteran Car Club of Great Britain, com o número 988, sendo considerado o mais antigo Rolls-Royce em funcionamento na Europa Continental. FICHA TÉCNICA Ano: 1911 País: Inglaterra Potência: 50 CV Nº. de Cilindros: 6 (dois blocos de três cilindros) Cilindrada: 7.428 c.c. Velocidades: 3 Peso1.810 Kg Velocidade máxima: 100 Km/h Nº. de Motor: 5A Nº. de Chassis: 1707 SOURCE: www.museu-caramulo.net/pt/content/2-coleces/17-automveis/... NOTE: The above-indicated information regarding this car is based on the information obtained through the Portuguese "Caramulo Museum", and I ignore if the car presented in the photo is the one that belongs to the museum.

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